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Planejamento da Reserva de Emergência

Defina sua meta em meses de despesas e simule o prazo com saldo inicial e aportes mensais.

Preencha o cenário

Meta definida pelo usuário; não é recomendação universal.
Taxa constante, já depois de custos e impostos, se aplicáveis.

Resultado

Meta informada

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Cobertura atual

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Valor até a meta hoje

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Prazo estimado

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Defina uma meta de cobertura

Multiplique suas despesas essenciais pelos meses que pretende cobrir. O objetivo escolhido é seu; a necessidade real muda com estabilidade de renda, dependentes, acesso ao dinheiro e natureza das despesas. Separe custos essenciais de gastos que você reduziria em uma emergência.

Como a projeção é calculada

Meta = despesas mensais × meses de cobertura. Cobertura atual = saldo reservado ÷ despesas mensais. Com R$ 3.000 mensais e meta de 6 meses, são R$ 18.000. Quem já tem R$ 2.000 e aporta R$ 1.000 ao fim de cada mês atinge essa meta em 16 meses, se o rendimento for zero. A cada mês simulado, primeiro o saldo rende e depois recebe o aporte.

Limites para usar o prazo

A taxa anual informada é convertida para taxa mensal efetiva por (1 + taxa anual)^(1/12) − 1. É uma taxa hipotética, considerada constante. Inflação, mudança de despesas, aportes não realizados, incidência tributária e carência alteram o resultado. O prazo exibido procura até 600 meses; se não encontrar, a página mostra que o cenário não atinge a meta nesse intervalo, sem insinuar um prazo infinito.

Saldo investido conta como reserva?

Essa decisão depende de acesso rápido, risco e liquidez do produto. Uma projeção numérica não garante disponibilidade no momento da emergência; confira resgate, custos e cobertura efetiva antes de usar o saldo como reserva.

Continue com cenários de renda fixa ou juros com aportes. Para organizar receitas e despesas, veja a orientação de orçamento pessoal do Banco Central.

Revisão de método e exemplo: 25/09/2026. Simulação para os valores informados, sem consulta a preços ou taxas em tempo real.