Simule o crescimento patrimonial com aportes periódicos, reinvestimento de rendimentos e reajuste por inflação.
Taxas anuais de exemplo para a simulação
Estes valores são exemplos fixos, sem atualização automática. Não representam cotação atual, oferta comercial, média setorial ou limite normativo.
Escolha um índice para carregar como taxa de rentabilidade anual ou como percentual de reajuste periódico do aporte:
Cenário 1Exemplo
4.50% a.a.
Cenário ilustrativo 1. Clique para preencher os parâmetros e altere os valores conforme seu caso.
Cenário 2Exemplo
10.50% a.a.
Cenário ilustrativo 2. Clique para preencher os parâmetros e altere os valores conforme seu caso.
Cenário 3Exemplo
6.17% + TR a.a.
Cenário ilustrativo 3. Clique para preencher os parâmetros e altere os valores conforme seu caso.
Cenário 4Exemplo
3.80% a.a.
Cenário ilustrativo 4. Clique para preencher os parâmetros e altere os valores conforme seu caso.
1Parâmetros de Investimento e Aportes
Valor Total Acumulado
R$ 0,00
Total Investido (Bolso)
R$ 0,00
Total Ganho em Juros
R$ 0,00
Aporte Mensal Final
R$ 0,00
Evolução Patrimonial: Total Investido vs. Juros Compostos
Detalhamento Cronológico Mês a Mês
Mês
Aporte no Mês
Investimento Acumulado
Juros no Mês
Total em Juros
Saldo Total
Como Funcionam os Juros Compostos e a Correção por Inflação?
Os juros compostos representam o motor do crescimento patrimonial no longo prazo. Ao contrário do regime de juros simples, no qual a rentabilidade incide exclusivamente sobre o aporte principal inicial, na capitalização composta os rendimentos acumulados ao final de cada período integram a base de cálculo do período posterior, acelerando a curva de ganhos.
1. A Fórmula Matemática dos Juros Compostos
Para aportes únicos, a fórmula padrão de capitalização composta é dada por:
M = C × (1 + i)t
Onde C é o capital inicial, i é a taxa de juros efetiva unitária e t o número total de períodos. Na presença de depósitos mensais recorrentes (fluxos uniformes periódicos), combina-se o saldo capitalizado ao somatório dos aportes futuros corrigidos:
FV = PMT × [ ( (1 + i)n - 1 ) / i ]
2. Taxa Nominal versus Taxa Real (Equação de Fisher)
Ao planejar objetivos financeiros como aposentadoria ou compra de bens, a taxa nominal oferecida por títulos públicos ou bancários (CDBs, Selic e CDI) deve ser descontada da perda inflacionária do período medida pelo IPCA (IBGE). O ganho real é calculado pela Equação de Fisher:
(1 + Taxa Real) = (1 + Taxa Nominal) / (1 + IPCA)
Por isso, reajustar periodicamente os depósitos com base no IPCA assegura que o poupador mantenha seu poder de compra intacto e atinja metas reais de consumo futuro.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Como converter a taxa nominal anual em taxa efetiva mensal?
Não se deve dividir a taxa anual por 12 no regime composto. A fórmula de equivalência geométrica é i_mensal = (1 + i_anual)^(1/12) - 1. Uma taxa de 12% ao ano equivale a aproximadamente 0,9488% ao mês.
Por que reajustar o aporte mensal pela inflação (IPCA)?
Com o decorrer dos anos, a inflação reduz o poder de compra da moeda. Investir R$ 500 daqui a dez anos representa um esforço financeiro menor do que no presente. O reajuste anual pelo IPCA mantém o valor do aporte proporcional à sua renda ao longo de todo o período.
O cálculo deduz o Imposto de Renda (tabela regressiva)?
O simulador apresenta o saldo bruto acumulado. Títulos como CDBs e Tesouro Direto seguem alíquotas decrescentes de IR (de 22,5% a 15% sobre o lucro), enquanto instrumentos como LCI, LCA, debêntures incentivadas e poupança são isentos para pessoas físicas.
Entenda o cálculo
Juros compostos incidem sobre o saldo acumulado, incluindo rendimentos anteriores. Para comparar cenários, mantenha o mesmo prazo e a mesma frequência de aportes; a diferença entre montante final e aportes é o ganho bruto simulado.
Limites da simulação
Rentabilidade futura não é garantida. Inflação, impostos, taxas, carência e perdas podem reduzir o resultado líquido; não confunda taxa mensal com taxa anual sem fazer a conversão composta.
Como montar uma projeção de acumulação
Separe o capital inicial do aporte periódico e mantenha taxa e prazo em unidades compatíveis. O aporte entra ao final do mês. Taxas predefinidas são exemplos constantes, sem ligação automática com cotações atuais.
Fórmula e unidades
Sem aportes: saldo = capital × (1 + taxa mensal) elevado ao número de meses. Com aportes fixos, cada depósito rende apenas pelo tempo em que permanece aplicado.
Exemplo conferível
R$ 1.000,00 iniciais, R$ 100,00 ao final de cada mês e taxa de 1% ao mês: no primeiro mês o saldo é R$ 1.110,00; no segundo, R$ 1.221,10. Foram investidos R$ 1.200,00 e obtidos R$ 21,10 de juros brutos.
Como ler o resultado
O reajuste do aporte aumenta os depósitos futuros; ele não desconta inflação do saldo. Para interpretar poder de compra, compare rendimento nominal e inflação do mesmo período. Esta ferramenta não desconta imposto, taxas ou risco de crédito.
Por que o aporte do primeiro mês rende menos que o capital inicial?
Porque ele é depositado no encerramento do mês. Mudar para depósitos no início altera o resultado. Ao comparar simuladores, verifique essa convenção antes de concluir que um deles está errado.